sexta-feira, 30 de abril de 2010

Fatos sem fotos... infelizmente...

Pra quem não me conhece direito, eu tenho que explicar algumas coisas.
Eu tenho uma banda que toca "Classicões" do "Rock".  Ensaiamos todas as semanas. Fazemos alguns shows por ano. Chama-se Hard Road.
Certa vez eu contei nesse outro blog uma experiência, na qual, eu estava tocando bateria.
Mas de duas semanas pra cá, a coisa tomou outro rumo. Nos intervalos que fazemos para bebericar alguma coisa, vira e mexe, ou demoramos pra sair, ou voltamos mais cedo. Nessas horas uma outra entidade toma conta de três dos integrantes e nos transformamos em "Mindhu Trio"!
Um trio de jazz-ultra-fuzz-pós-free-style! E adivinhem. Eu surro os couros! Isso mesmo! Tooc bateria! O Paulinho viaja tocando guitarra e o Mindhu... ah o Mindhu lava nossas almas com suas linhas de baixo!

Leia esse texto e multiplique por 1050 e terá a intensidade do que aconteceu ontem!!!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

OOOOOPS!

Sei que não tem muito problema mas, a título de curiosidade,  COLD LOVE é o nome do segundo single do álbum "The Wonderer" de Donna Summer... então, agora eu fiquei na dúvida se mantenho ou não esse título...

Vou pensar um pouco e depois conto pra vocês...

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Cold Love

São 2h15min, isso quer dizer que me sobraram 4h15 de sono até meu despertador tocar.
Mas está ótimo! Acabei de gravar umas coisinhas que me convenceram de qual será o primeiro "single".

Sim, e ele se chama "Cold Love".  Não, não será uma balada.

Amanhã eu explico melhor, mas me pareceu bem bom! hahaha

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Kitchen Studios

Esta é a Base de Controle.

Tudo começa aqui no Kitchen Studios. Sim, para uma cozinha esse estúdio é ótimo. Inclusive creio que tenho "O Melhor Estúdio do Brasil" instalado em uma cozinha funcional. Sim, porque não é raro encontrar essas tranqueiras na mesa junto com minha mulher e minha filha! Todos vivemos em quase perfeita harmonia.

Vou explicar esse Set:

MacBook Pro (véio).
Programa Audacity
Caixinhas da JBL para monitor.
Interface USB de Áudio Behringer.
1 DirectModBox (hahah)
Microfone
Guitarra
Violão

Começa assim:
Essa tal de DirectModBox é uma gambiarra que eu fiz para adaptar uma entrada RCA estéreo para um P10 mono. Não entendeu? OK, é para ligar a Guitarra na Interface Behringer que vai ligada na USB do Notebook. Essa interface é responsável por converter sinais analógicos (o da guitarra, microfone) em digitais. O que possibilita a gravação desses sinais digitais com o programa Audacity. Este, por sua vez, permite com que eu grava em várias pistas. As pistas são como "camadas". Posso gravar a Guitarra. Depois o Violão. Depois cantar. E o programa deixa eu controlar cada uma dessas camadas separadamente. Acho que deu para entender!

Não sei se eu já disse isso no comço, mas é importantíssimo: Não posso gastar muito dinheiro nesse projeto, porque aí sim, a convivência em casa não seria mais harmoniosa.
Então, tudo o que faço é com recursos que eu fui adquirindo ao longo de minha jornada.
Por exemplo: o Notebook é o de uso da família. O Microfone é velho e não funcionava, mas num rompante iluminado, fiz voltar a funcionar com soldas novas e um acabamento horrível na cápsula. As caixinhas JBL foram resgatadas do lixo eletrônico de meu amigo Julio. A DirectModBox foi feita por mim... e assim vai.

Um set enxuto, sei disso, mas bastante funcional...

O primeiro passo.

O primeiro passo é ter uma boa idéia! #genio 
E normalmente essas idéias tem me ocorrido na volta do trabalho pra casa. E quando uma dessas idéias fica grudada na minha memória, vou correndo para o Estúdio e gravo alguma referência, para que eu não perca um "possível" riff ou melodia, ou qualquer coisa que me indique que aquilo era uma possibilidade de música.


As gravações são toscas!!!
Mas são engraçadas. E a tosquice na verdade é meio proposital!
Porque, se eu mesmo acho engraçado quando estou gravando, quer dizer que, no mínimo, eu não vou esquecer tão facilmente. E isso é uma boa ajuda!
As vezes tenho tanta urgência de gravar uma referência, que não dá tempo, sequer, de pegar meu violão (instrumento que sempre está pronto para o combate na sala ou no escritório).
Nesses casos apelo para grunhidos esdrúxulos e cantarolas de melodias que fariam o "Chanana chananaaaa" de "Mike de Mosqueiro" (vai/vai/vai/vai) parecer um HIT produzido pelo Rick Bonadio! Inclusive, em algumas vezes, gravo esses impropérios em mais de uma pista! Do tipo:
• melodia principal na pista 1;
• melodia de baixo e batucada de marcação na pista 2;
e quando o bicho tá pegando muito, o prato principal:
• simulação de vocal (sempre em inglês) na pista 3!!!!
Eu sei. Chega a ser ridículo ver um marmanjo sussurando frases sem sentido na frente de um computador, mas assim eu me organizo!
E é assim que vai ser.

O começo de tudo!

Aqui começa minha escalada.
Vou gravar umas músicas.
Minhas.
E sozinho.

Bom, quase sozinho. No decorrer dessa história, tenho certeza, que alguns personagens vão aparecer por aqui. Sei que vou precisar de auxílio de várias pessoas. Mas a idéia é essa: Transformar nada em música! E de preferência usando instrumentos inusitados para defeitos especiais.

Este projeto não é novo. Está me martelando há, pelo menos, uns 3 anos. mas acho que faltou um pouco de organização.
E você quer saber o que me faz pensar que eu consegui "toda essa organização desejada" ???
Ótima pergunta, porquê nem eu sei a resposta. A única coisa que sei é por onde começar. E isso já é o bastante!

Além de obviamente gravar essas músicas, vou tentar ser o mais detalhista possível. Vou colocar fotos, vídeos, áudio das trilhas, versões anteriores à finalização... ou seja, pretendo mostrar um Produto bacana nascido do Zero.

Espero que gostem. E que não gostem, mas que me avisem!